Queridos e preciosos leitores
É com imenso prazer que divulgo para vocês A minha história, a minha
vida. Pois, a partir do momento que vocês começarem a ler este artigo
passará a conhecer um pouco de mim. Eu sei que, de início, vocês talvez sintam
um pouco de alegria a ponto de rir por ler algo tão engraçado, mas é só no
começo. Depois sentirão também um pouco de tristeza e dor no peito por saber o
que eu e a minha família passamos, o que vimos e sentimos. Desejarão que as
coisas que aconteceram conosco jamais façam parte da vida de vocês. Quero que
saibam que a minha intenção em lhes passar um pouco da história da minha vida é
para que vocês tomem como exemplo e tentem evitar que muitas coisas ruins
aconteçam com vocês, embora algumas não estejam no nosso poder e sim longe das
nossas mãos. Maridos, esposas, mães, pais, filhos, irmãos, todos. Cuidem bem um
do outro, procurem amar, respeitar e tratar com carinho a quem você ama.
Eis o momento de vocês saberem quem sou eu. Então, vamos fazer uma viagem... Uma viagem mental. Voltar no tempo.
Quando criança
Estamos no ano de 1975. Lá estou eu, uma
criança de apenas cinco anos de idade. Um pequeno garoto moreno, cabelos pretos
encaracolados, perninhas miúdas e a barrigudinha graúda, cheia, sempre cheia,
mas de vermes. Também, já era de se esperar, eu que pensava ser esperto, na
ausência dos meus pais, gostava de andar sempre descalço, quase nu, brincando
na terra, comendo às vezes o que eu achava pelo chão, aquilo pra mim, era uma
grande diversão, ‘’que coisa’’. Hei! Olhem lá! Eu não estou sozinho, tem mais
três ‘barrigudinhos’ ali comigo, quem são? Vamos chegar mais perto para vermos
melhor. Ah! Só podiam ser meus três irmãos, o mais velho, o segundo, o terceiro,
que sou eu, e o quarto. Mas o que estamos fazendo? Hum! Estamos aprontando. Não é bom, vamos tomar uma
bela surra. Vejam! O meu irmão mais velho está com um prego na mão, o meu
segundo irmão está com um pedaço de pau, mais o que vão fazer? O meu irmão mais
novo e eu vamos chegar perto para olhar. O quê! Não! Eles furaram o tubo da
água e correram, e agora? Vamos cobrir com terra, não resolve! A água está
muito forte e estamos molhados, Ah!não! “Mãe”. Ai...uai...ai...ui...ai... Que boas surras
nós acabamos de levar. Enquanto isso os autores do crime estão lá se acabando de
rir. Que idiotas eu e o amarelo do meu irmão fomos.
Na manhã seguinte
É cedo. Seis e trinta da manhã, estou saindo com o meu irmão mais velho
para comprar pão. Ótimo! Vamos tomar o café da manhã ou alimentar os vermes.
Estamos saindo da padaria, só que, não estamos indo pra casa e sim, para dentro
de um carro velho que fica logo na esquina, entre a padaria e a minha
casa.
Quem está ao volante? Meu irmão mais velho é claro, o espertalhão. Lá está
ele brincando de dirigir, hem bi hum bi. E eu, onde estou? No banco de trás me
balançando e só olhando pela janela sem vidro e imaginando o carro andando nos
levando pra casa.
Mas, de repente, eu só vi o meu irmão se abaixar depressa e dizer: “Oi
pai, oi pai, se abaixa”. Realmente, o
meu pai estava passando lá na frente, ele ia pra casa, visto que trabalhava à
noite chegava de manhã. Meu medo foi tão grande que imediatamente me
abaixei.
Só que eu tinha me esquecido de uma coisa.
Quem estava segurando o saco do pão, aquele saco de papel que rasga
facilmente, era eu. E só me dei conta disso quando vi que eu o tinha colocado
em cima de uma ruma de excremento. Dá pra imaginar? O saco abriu em bandas. E
os pães? Hum! Querem mesmo saber? Ficaram todos prontinhos para o consumo não
precisou de manteiga naquele dia.
E agora? Mais uma vez antes do café da manhã uma surra, mas só eu. O
meu irmão deu lá a desculpa dele, afinal, era o mais velho, o mais esperto,
enquanto eu estava apanhando ele estava se acabando de rir, mais ria que só uma
beleza, ele já era feio rindo imaginem chorando.
E eu chorava, chorava e chorava. Ô moleque esperto era o meu irmão! Ou
será que eu era burro de mais? Não
duvido nada, para as coisas darem sempre errado para mim. O que é que vocês
acham? To começando a achar que eu é que era o burrinho da família.Rim, rim,
rim, rim.
Alguns
anos depois
Bem, nós sabemos que nem tudo em nossas vidas
é engraçado. Os dias, que não são de ficar parados, é claro, vão passando e as
coisas vão mudando, algumas para melhor, outras para pior.
Nós vamos crescendo e aprendendo coisas novas
como: amar, respeitar, fazer o que é bom e o que é certo.
Com o passar dos anos, a minha família foi
aumentando. Éramos apenas quatro irmãos, chegaram mais seis ficamos em dez,
cinco homens e cinco mulheres. Isto sem falar os da rua por parte de Papai. Meu
Papaizinho lindo era tão esperto que enganou a minha mamãezinha durante muitos
anos com filhos extras, ou seja, outras mulheres e outros filhinhos. Da pra
acreditar?
Mas, vamos voltar à família atual. Vejam! Lá
estamos nós! Moramos naquela casa, daqui dá até pra saber que a casa é cheia de
crianças, olhem só os gritos: “me dê, vá, é meu”. “Não é nada seu espertinho,
largue vá!” Hum... Nossa! Ainda bem que já é hora de dormir, eles
estão se acalmando. Mas olha só, que bagunça é essa? Uns dormem na sala
espalhados pelo chão, outros na cozinha e até em cima da mesa, que coisa!
Bom, é melhor aproveitarmos o silencio já que
as crianças estão dormindo e vamos dormir também, pois amanhã teremos um longo
dia pela frente. Boa noite.
Huum, um, huum, um.
Ai, eu não acredito! Meu pai e minha mãe estão
dormindo, ou melhor, a minha mãe está tentando dormir faz tempo já é tarde e o
meu pai não para de roncar.
“Ai, ai” Acabei de receber um chute. Está tudo
escuro, as luzes estão apagadas e eu não sei qual dos meus irmãos acabou de me
chutar, quando não é na boca é nos olhos e isso sempre acontece. Por que será
que eu sempre levo a pior hein? Eu, hein!
Mais um dia
Já é dia, 4h30 da manhã.
Meus pais como sempre se levantam, se arrumam e vão trabalhar. Isto
significa que também é hora de alguns de nós levantarmos para ajudá-los a se
preparar e, muitas vezes, meu irmão mais velho e eu é que fazíamos isso. A minha mãe tinha uma simples barraca na feira. Ela é artesã. E nos
sustentava com as coisas que ela mesma fazia e vendia, por exemplo, cortinas de
corda, aba jus, cestas para café da manhã, etc.
Já o meu pai era representante comercial, trabalhava pela manhã e à
tarde, final de semana e feriado ia para a barraca da minha mãe ajudá-la. Nós,
os dez filhos, ficávamos em casa.
Visto que os primeiros a nascer foram quatro
homens e as minhas irmãs eram bem novinhas, bem como também o meu querido e divertido irmão caçula, nós
quatro arrumávamos a casa, fazíamos comida, lavávamos roupas, enfim. Apesar de criança fomos exemplo nisso. Mesmo
trabalhando fora, mamãe e papai souberam nos criar e nos ensinar a desde cedo
cuidar da nossa própria vida.Dois iam para a escola pela manhã e dois pela
tarde, as tarefas eram bem divididas e cuidávamos bem. A nossa vida era assim,
apesar de tudo, surra, casa cheia, gritos, pegas, era bom, divertido, dávamos
muitas risadas.
Até que um dia algo inesperado, tão ruim,
aconteceu em nossas vidas que fez com que todos nós perdêssemos a alegria, a
razão de viver.
A
tragédia
Em um dia de domingo, 1° de setembro de 1986,
em que por sinal foi o ano mundial da paz, o meu pai e sete dos meus irmãos
foram à praia. Eu e o meu quarto irmão fomos para a casa do meu tio, irmão do
meu pai. O segundo irmão ficou pelo bairro com alguns amigos. Minha mamãe ficou
em casa preparando o delicioso almoço.
O domingo era muito bom para todos nós. E
então, meu pai e meus irmãos, ao voltarem para casa alegres, pensando em
chegar, tomar um banho e se banquetearem da deliciosa comida que a nossa mãe
costumava fazer, foram todos surpreendidos com um carro, um Chevette branco em
alta velocidade.
O motorista era um policial embriagado que
dirigia seu veículo sem controle nenhum ao volante. A velocidade foi tanta que
não deu tempo da minha família correr e se defender.
Em uma curva perigosa o carro desviou-se do
meu irmão mais velho que estava com minha irmã caçula nos braços, subiu o passeio
e atropelou o irmão mais novo dos homens partindo sua testa e quebrando seu
calcanhar.
E, em seguida, mas duas irmãs, das quais uma
teve fratura exposta na perna. A outra irmã, querida, tão boa e maravilhosa,
tão especial, perdeu a vida. Isto foi demais para nós, parecia que tudo tinha
acabado naquele dia, naquele exato momento.
Meus 16 anos de idade
Esta tragédia aconteceu um dia antes em que eu completaria mais um ano
de vida. No dia seguinte, segunda feira, 2 de setembro de 1986, eu fiz 16
anos de idade.Ah! É a idade que eu nunca queria ter feito.
Deste dia pra cá, 1° de setembro de 1986, eu vi a minha família se desmanchando.
Meus pais envelhecendo rápido, já não dávamos boas gargalhadas como antes.
Apesar de terem dez filhos e trabalharem dobrado para nos criar nos sustentar,
eles eram felizes e nós, filhos, compartilhávamos com eles a alegria.
Lembro-me bem que papai e mamãe sentavam juntos à mesa para as refeições
depois de nos ter alimentado, mas, com a desgraça que aconteceu em nossas vidas
eles perderam o apetite, deixaram a mesa e as cadeiras de lado por um bom
tempo. A tristeza e a dor passaram a fazer parte das nossas vidas. Nos finas
de semana era costume papai e mamãe ouvirem músicas românticas bonitas
acompanhadas com um pouco de vinho, conversarem e dançarem, era muito bom ver
meus queridos pais com tanta alegria.
Ah! Que saudade!
O passar do tempo
E assim o tempo passa, meus pais continuam
mais velhos, a casa que era cheia de crianças barulhentas foi ficando vazia e
silenciosa. Eu e meus irmãos já adultos constituímos família, casamos.
Cada um foi para um canto, meus pais ganharam
genros, noras e netos, com isso a nossa alegria aos poucos foi voltando. Mas,
não deixávamos de lembrar-se da tragédia e chorávamos, não conseguíamos
esquecer.
Todos os dias e, principalmente, finais de
semana, nos entristecíamos com as lembranças e o mês de setembro nem se fala,
mas, ainda assim, íamos levando a vida.
Mais uma perda
Mas, como se tudo isso fosse pouco, em 2008 o meu pai Adoeceu. Pronto, mais um motivo para nos preocupar. E assim procuramos tomar as medidas necessárias para cuidar do nosso pai
e vê-lo ficar bom. Levamos para o hospital para ser submetido a alguns exames,
precisou tomar alguns medicamentos e ficar internado por algum tempo. Enfim,
achamos que logo ia melhorar.
No dia três de março de 2008, segunda- feira, por volta das sete horas
da manhã, ele me liga e pede para que eu corte os seus cabelos. Imediatamente
eu fui.
Nesse ínterim, eu notava que papai estava meio triste, fraco, sonolento
e cabisbaixo o que me deixou muito preocupado. Pensava nele e na mamãe, mais aí
eu achei que poderia ser nada demais, pois ele ainda estava doente e precisava
apenas descansar. Então, tentei animá-lo, brinquei um pouco com ele, sorri e
retornei para casa. Daí pra cá o meu semblante baixou, fiquei triste, desanimado, muito
preocupado, eu queria fazer alguma coisa para ajudar o meu pai, ajudar a minha
mãe e a minha família, mas, apesar dos meus esforços em ser alguém na vida, em
ter alguma coisa para ajudá-los, eu sempre fui um Zé ninguém. Como dói o meu
peito por isso. Enfim, na quarta feira, dia cinco de marco de 2008 por volta das 2h30 da
manhã, o celular toca. Era o meu irmão mais velho tentando ser calmo, me tranquilizando
e me dando a notícia nada boa na qual eu já sabia. “O meu querido paizinho faleceu”. Mais uma vez, a tristeza e a dor voltaram a tomar conta das nossas
vidas.
Lembranças que nos ajudaram
Mas aí então, lembramos de que um dia os nossos pais tiveram forças
para se conformar e nos consolar, pois ainda éramos crianças e dependíamos
deles. Agora era a nossa vez, precisávamos consolar um ao outro, principalmente
a nossa querida mamãe.
Infelizmente, nós, seres humanos, temos que passar por diversas coisas
que nos fazem sofrer: doenças, velhice e a morte, coisas da vida.
O bom é que nós somos uma família grande e unida, sempre visitamos um
ao outro e procuramos nos manter achegados, isto nos dá força. Nós sempre fomos
simples e humildes em sentido material, mas aprendemos a viver com isso, com as
dificuldades da vida.
O
desemprego e as dificuldades
Dos meus irmãos, eu sou um dos que menos tem
sorte e, às vezes, fico me perguntando por que tudo que faço dá errado. Por exemplo: Meu primeiro emprego de carteira assinada foi
em um mercado como balconista na área de hortifrúti Fiquei feliz da vida, apesar
de ser um trabalho escravo: das seis da manhã às seis da tarde, e, às vezes,
até as dez da noite. Ainda assim eu tinha orgulho de estar trabalhando.
Eu não ficava parado na empresa, até que um
dia, ao completar 11 meses, às 5h45 da manhã, na minha chegada ao trabalho, um
dos gerentes, meio triste, me informou: Mandaram que lhe demitisse.
Lá vou eu para casa, cheio de dividas e me
perguntando: O que foi que eu fiz? Eu trabalhava certo, diferente de alguns
sempre fui pontual, honesto, trabalhador, não brincava em serviço, respeitava
os clientes e os colegas. Bem, o certo a fazer foi ter que me conformar.
A alegria de conseguir outro emprego
Com o tempo consegui outro emprego. O segundo de carteira assinada,
função agente de saúde em combate à dengue. Eu tinha o maior prazer em trabalhar nessa área, afinal de contas, eu e
os meus colegas de trabalho, colocávamos as nossas vidas em risco, combatendo
um pequeno mosquito, capaz de tirar a vida de muitas pessoas com apenas uma
picada. É como se eles lançassem uma lança ou uma flecha em nós.
Eu me sentia um herói no meio de uma batalha, eu lutava para proteger a
minha vida, a vida da minha família e de muitas pessoas. Nossas armas era uma
sacola que carregávamos nos braços, dentro dela levávamos alguns remédios que, colocados
na água impedia que os mosquitos se proliferassem. Usávamos também luvas,
lanternas etc. Nessa luta, era eu, meus colegas e nossos maiores inimigos que
eram muitos, e eles continuam se multiplicando em numero e força.
São os perversos e pequeninos mosquitos, conhecidos como “mosquito da
dengue”. Eu trabalhava com gosto e tinha amor pelo que fazia, mas algo me
motivou a pedir demissão da empresa. Isso mesmo!
Passei a receber ameaças de maus elementos nas ruas e de pessoas que
não aceitavam que eu supervisionasse o seu lar, além de trabalhar em casas de
pessoas armadas com revólveres e usando drogas.
De lá para cá, eu venho tentando conseguir emprego, mas parece que as portas
fecharam pra mim. Passei então a trabalhar como autônomo na fabricação e venda
de sorvetes, mas, foi apenas outra tentativa para se conseguir viver a vida
ganhando um dinheirinho honestamente. Não deu certo, apenas me endividei mais.
Mas, como a esperança é a ultima que morre, eu fiz alguns cursos e
continuo em busca de oportunidades, espero encontrar logo.
A dor
da perda
É claro que nós, seres humanos, estamos
sujeitos a tudo neste mundo. Como passar por diversas provações e, às vezes, passarmos
por coisas que achamos que não vamos suportar. Além das doenças que nos acompanham desde o
ventre da nossa mãe, devido às nossas imperfeições, tem a velhice que começa,
aos poucos, mudando, como que deformando a nossa aparência e sugando as nossas
forças, nossas energias, e ainda temos que lidar com o pior: a morte.
Por mais que a pessoa esteja sofrendo neste
mundo, não queremos perdê-la, mas, vê-la se recuperar. Quando perdemos um ente
querido na morte é como se a nossa vida também começasse aos poucos a deixar de
existir, tudo em nossa volta parece acabar. A saudade, a dor da perda de uma pessoa que
amamos e as lembranças faz com que, às vezes, percamos a vontade de viver.
Duas
pessoas que sempre nos ajudaram
Mas existem acima de nós, nos céus, duas
pessoas que desde há muito tempo vem ajudando a humanidade aflita, livrando-as
do sofrimento, da tristeza e da dor. Essas pessoas são: Deus e o seu filho Jesus, que veio à terra em
obediência ao seu pai e amor à humanidade. E, aqui na terra, Jesus, além de nos
ensinar a verdade, realizou muitos milagres. Alimentou a muitos famintos, curou
doente e ressuscitou alguns mortos com o poder e a autoridade que o seu Pai lhe
deu.
O maior homem que já viveu Jesus mostrou claramente
que em breve, agora mais perto que nunca, a qualquer momento quando menos
esperarmos, as duas pessoas mais importantes do universo, Deus e o seu filho
Jesus Cristo, com o apoio dos anjos, eliminarão da terra o causador do
sofrimento humano, aquele que a Bíblia o chama de Satanás o Diabo.
A humanidade de uma vez para sempre deixará de
sofrer. As doenças, a velhice e a morte serão coisas do passado e os nossos
entes queridos que adormecem na morte em breve voltarão a viver.
Sou grato a Deus
Com a certeza, a confiança e a esperança que eu tenho, não deixo de
agradecer a Deus por ter dado a mim e a minha família forças além do normal
para suportarmos os problemas da vida, por nos mostrar sempre a saída, por nos
da a certeza que Ele existe, cuida e sempre cuidará de nós.
É por isso que eu não deixo de conversar com Deus, pois eu sei que ele
nos ouve, eu sei que Ele está sempre ao meu lado, pois eu o tenho como Amigo.
Então, eu com freqüência o elogio pelas suas criações, são perfeitas. Eu
agradeço a Ele por tudo.
E uma das coisas que eu costumo sempre agradecer a Deus é pela pessoa
maravilhosa que ele me deu para me ajudar, uma mulher, a minha querida e
amorosa esposa que, para mim, tem boas qualidades. Está aí uma das coisas que
tem deixado minha mãe feliz. Todos os seus filhos são bem casados.
A
esperança
Como a esperança é a ultima que morre, eu
continuo me esforçando, me dedicando a fazer o que realmente sei compor musicas,
escrever poesias, contos, frases, documentários e muitas outras coisas.
Enquanto a oportunidade não chega a minhas
mãos,eu continuo escrevendo aquilo que sinto,vejo e penso. Pois na verdade,
mesmo fazendo outra atividade, eu serei sempre um escritor, um poeta, um compositor.
Com isto estarei compartilhando com todas as pessoas de todas as idades as
minhas ideias, os meus pensamentos.
Espero ansiosamente por alguém abaixo de Deus
que um dia possa me ajudar em gravar uma das minhas canções ou escrever uma das
minhas poesias ou um dos meus contos, frases etc.
Algumas das minhas ideias e pensamentos
expressos em formas de histórias musicais, poesias, contos, frases,
documentários etc. Vocês podem ler ao termino desta historia tão comovente. No
meu segundo e terceiro livro intitulado: Ideias,
Pensamentos e Realidades. Eu, a Preguiça e a Coragem.
Eu espero que vocês, caros leitores, gostem e
tirem proveito desta matéria que é a pura realidade da minha história, da minha
vida.


Ola amigo!
ResponderExcluirVejo o seu desabafo!
Linda historia a sua!
Eu lhe digo agradeça ao todo poderoso Cristo Jesus por você esta aqui para nos agraciar com estas cenas comuns mais muito especial!