quinta-feira, 9 de maio de 2013

A minha história, a minha vida


Queridos e preciosos leitores


É com imenso prazer que divulgo para vocês A minha história, a minha vida. Pois, a partir do momento que vocês começarem a ler este artigo passará a conhecer um pouco de mim. Eu sei que, de início, vocês talvez sintam um pouco de alegria a ponto de rir por ler algo tão engraçado, mas é só no começo. Depois sentirão também um pouco de tristeza e dor no peito por saber o que eu e a minha família passamos, o que vimos e sentimos. Desejarão que as coisas que aconteceram conosco jamais façam parte da vida de vocês. Quero que saibam que a minha intenção em lhes passar um pouco da história da minha vida é para que vocês tomem como exemplo e tentem evitar que muitas coisas ruins aconteçam com vocês, embora algumas não estejam no nosso poder e sim longe das nossas mãos. Maridos, esposas, mães, pais, filhos, irmãos, todos. Cuidem bem um do outro, procurem amar, respeitar e tratar com carinho a quem você ama.

 Eis o momento de vocês saberem quem sou eu. Então, vamos fazer uma viagem...  Uma viagem mental. Voltar no tempo.


Quando criança

Estamos no ano de 1975. Lá estou eu, uma criança de apenas cinco anos de idade. Um pequeno garoto moreno, cabelos pretos encaracolados, perninhas miúdas e a barrigudinha graúda, cheia, sempre cheia, mas de vermes. Também, já era de se esperar, eu que pensava ser esperto, na ausência dos meus pais, gostava de andar sempre descalço, quase nu, brincando na terra, comendo às vezes o que eu achava pelo chão, aquilo pra mim, era uma grande diversão, ‘’que coisa’’. Hei! Olhem lá! Eu não estou sozinho, tem mais três ‘barrigudinhos’ ali comigo, quem são? Vamos chegar mais perto para vermos melhor. Ah! Só podiam ser meus três irmãos, o mais velho, o segundo, o terceiro, que sou eu, e o quarto. Mas o que estamos fazendo? Hum! Estamos aprontando. Não é bom, vamos tomar uma bela surra. Vejam! O meu irmão mais velho está com um prego na mão, o meu segundo irmão está com um pedaço de pau, mais o que vão fazer? O meu irmão mais novo e eu vamos chegar perto para olhar. O quê! Não! Eles furaram o tubo da água e correram, e agora? Vamos cobrir com terra, não resolve! A água está muito forte e estamos molhados, Ah!não! “Mãe”.    Ai...uai...ai...ui...ai... Que boas surras nós acabamos de levar. Enquanto isso os autores do crime estão lá se acabando de rir. Que idiotas eu e o amarelo do meu irmão fomos.    



Na manhã seguinte

É cedo. Seis e trinta da manhã, estou saindo com o meu irmão mais velho para comprar pão. Ótimo! Vamos tomar o café da manhã ou alimentar os vermes. Estamos saindo da padaria, só que, não estamos indo pra casa e sim, para dentro de um carro velho que fica logo na esquina, entre a padaria e a minha casa.  
Quem está ao volante? Meu irmão mais velho é claro, o espertalhão. Lá está ele brincando de dirigir, hem bi hum bi. E eu, onde estou? No banco de trás me balançando e só olhando pela janela sem vidro e imaginando o carro andando nos levando pra casa.
Mas, de repente, eu só vi o meu irmão se abaixar depressa e dizer: “Oi pai, oi pai, se abaixa”.  Realmente, o meu pai estava passando lá na frente, ele ia pra casa, visto que trabalhava à noite chegava de manhã. Meu medo foi tão grande que imediatamente me abaixei.                             
Só que eu tinha me esquecido de uma coisa.
Quem estava segurando o saco do pão, aquele saco de papel que rasga facilmente, era eu. E só me dei conta disso quando vi que eu o tinha colocado em cima de uma ruma de excremento. Dá pra imaginar? O saco abriu em bandas. E os pães? Hum! Querem mesmo saber? Ficaram todos prontinhos para o consumo não precisou de manteiga naquele dia.
E agora? Mais uma vez antes do café da manhã uma surra, mas só eu. O meu irmão deu lá a desculpa dele, afinal, era o mais velho, o mais esperto, enquanto eu estava apanhando ele estava se acabando de rir, mais ria que só uma beleza, ele já era feio rindo imaginem chorando.
E eu chorava, chorava e chorava. Ô moleque esperto era o meu irmão! Ou será que eu era burro de mais?  Não duvido nada, para as coisas darem sempre errado para mim. O que é que vocês acham? To começando a achar que eu é que era o burrinho da família.Rim, rim, rim, rim.




Alguns anos depois

Bem, nós sabemos que nem tudo em nossas vidas é engraçado. Os dias, que não são de ficar parados, é claro, vão passando e as coisas vão mudando, algumas para melhor, outras para pior.
Nós vamos crescendo e aprendendo coisas novas como: amar, respeitar, fazer o que é bom e o que é certo.
Com o passar dos anos, a minha família foi aumentando. Éramos apenas quatro irmãos, chegaram mais seis ficamos em dez, cinco homens e cinco mulheres. Isto sem falar os da rua por parte de Papai. Meu Papaizinho lindo era tão esperto que enganou a minha mamãezinha durante muitos anos com filhos extras, ou seja, outras mulheres e outros filhinhos. Da pra acreditar?
Mas, vamos voltar à família atual. Vejam! Lá estamos nós! Moramos naquela casa, daqui dá até pra saber que a casa é cheia de crianças, olhem só os gritos: “me dê, vá, é meu”. “Não é nada seu espertinho, largue vá!” Hum... Nossa! Ainda bem que já é hora de dormir, eles estão se acalmando. Mas olha só, que bagunça é essa? Uns dormem na sala espalhados pelo chão, outros na cozinha e até em cima da mesa, que coisa!
Bom, é melhor aproveitarmos o silencio já que as crianças estão dormindo e vamos dormir também, pois amanhã teremos um longo dia pela frente. Boa noite.
 Huum, um, huum, um.
Ai, eu não acredito! Meu pai e minha mãe estão dormindo, ou melhor, a minha mãe está tentando dormir faz tempo já é tarde e o meu pai não para de roncar.
“Ai, ai” Acabei de receber um chute. Está tudo escuro, as luzes estão apagadas e eu não sei qual dos meus irmãos acabou de me chutar, quando não é na boca é nos olhos e isso sempre acontece. Por que será que eu sempre levo a pior hein? Eu, hein!




 Mais um dia

 Já é dia, 4h30 da manhã.
Meus pais como sempre se levantam, se arrumam e vão trabalhar. Isto significa que também é hora de alguns de nós levantarmos para ajudá-los a se preparar e, muitas vezes, meu irmão mais velho e eu é que fazíamos isso.  A minha mãe tinha uma simples barraca na feira. Ela é artesã. E nos sustentava com as coisas que ela mesma fazia e vendia, por exemplo, cortinas de corda, aba jus, cestas para café da manhã, etc.
Já o meu pai era representante comercial, trabalhava pela manhã e à tarde, final de semana e feriado ia para a barraca da minha mãe ajudá-la. Nós, os dez filhos, ficávamos em casa.

Visto que os primeiros a nascer foram quatro homens e as minhas irmãs eram bem novinhas, bem como também o  meu querido e divertido irmão caçula, nós quatro arrumávamos a casa, fazíamos comida, lavávamos roupas, enfim. Apesar de criança fomos exemplo nisso. Mesmo trabalhando fora, mamãe e papai souberam nos criar e nos ensinar a desde cedo cuidar da nossa própria vida.Dois iam para a escola pela manhã e dois pela tarde, as tarefas eram bem divididas e cuidávamos bem. A nossa vida era assim, apesar de tudo, surra, casa cheia, gritos, pegas, era bom, divertido, dávamos muitas risadas.
Até que um dia algo inesperado, tão ruim, aconteceu em nossas vidas que fez com que todos nós perdêssemos a alegria, a razão de viver.



A tragédia


Em um dia de domingo, 1° de setembro de 1986, em que por sinal foi o ano mundial da paz, o meu pai e sete dos meus irmãos foram à praia. Eu e o meu quarto irmão fomos para a casa do meu tio, irmão do meu pai. O segundo irmão ficou pelo bairro com alguns amigos. Minha mamãe ficou em casa preparando o delicioso almoço.
O domingo era muito bom para todos nós. E então, meu pai e meus irmãos, ao voltarem para casa alegres, pensando em chegar, tomar um banho e se banquetearem da deliciosa comida que a nossa mãe costumava fazer, foram todos surpreendidos com um carro, um Chevette branco em alta velocidade.    
E o motorista?                                                            
O motorista era um policial embriagado que dirigia seu veículo sem controle nenhum ao volante. A velocidade foi tanta que não deu tempo da minha família correr e se defender.
Em uma curva perigosa o carro desviou-se do meu irmão mais velho que estava com minha irmã caçula nos braços, subiu o passeio e atropelou o irmão mais novo dos homens partindo sua testa e quebrando seu calcanhar.

E, em seguida, mas duas irmãs, das quais uma teve fratura exposta na perna. A outra irmã, querida, tão boa e maravilhosa, tão especial, perdeu a vida. Isto foi demais para nós, parecia que tudo tinha acabado naquele dia, naquele exato momento.  



Meus 16 anos de idade

Esta tragédia aconteceu um dia antes em que eu completaria mais um ano de vida. No dia seguinte, segunda feira, 2 de setembro de 1986, eu fiz 16 anos de idade.Ah! É a idade que eu nunca queria ter feito.
Deste dia pra cá, 1° de setembro de 1986, eu vi a minha família se desmanchando. Meus pais envelhecendo rápido, já não dávamos boas gargalhadas como antes. Apesar de terem dez filhos e trabalharem dobrado para nos criar nos sustentar, eles eram felizes e nós, filhos, compartilhávamos com eles a alegria.
Lembro-me bem que papai e mamãe sentavam juntos à mesa para as refeições depois de nos ter alimentado, mas, com a desgraça que aconteceu em nossas vidas eles perderam o apetite, deixaram a mesa e as cadeiras de lado por um bom tempo. A tristeza e a dor passaram a fazer parte das nossas vidas. Nos finas de semana era costume papai e mamãe ouvirem músicas românticas bonitas acompanhadas com um pouco de vinho, conversarem e dançarem, era muito bom ver meus queridos pais com tanta alegria.  Ah! Que saudade!



O passar do tempo

E assim o tempo passa, meus pais continuam mais velhos, a casa que era cheia de crianças barulhentas foi ficando vazia e silenciosa. Eu e meus irmãos já adultos constituímos família, casamos.
Cada um foi para um canto, meus pais ganharam genros, noras e netos, com isso a nossa alegria aos poucos foi voltando. Mas, não deixávamos de lembrar-se da tragédia e chorávamos, não conseguíamos esquecer.
Todos os dias e, principalmente, finais de semana, nos entristecíamos com as lembranças e o mês de setembro nem se fala, mas, ainda assim, íamos levando a vida.



Mais uma perda

Mas, como se tudo isso fosse pouco, em 2008 o meu pai Adoeceu. Pronto, mais um motivo para nos preocupar. E assim procuramos tomar as medidas necessárias para cuidar do nosso pai e vê-lo ficar bom. Levamos para o hospital para ser submetido a alguns exames, precisou tomar alguns medicamentos e ficar internado por algum tempo. Enfim, achamos que logo ia melhorar.
No dia três de março de 2008, segunda- feira, por volta das sete horas da manhã, ele me liga e pede para que eu corte os seus cabelos. Imediatamente eu fui.
Nesse ínterim, eu notava que papai estava meio triste, fraco, sonolento e cabisbaixo o que me deixou muito preocupado. Pensava nele e na mamãe, mais aí eu achei que poderia ser nada demais, pois ele ainda estava doente e precisava apenas descansar. Então, tentei animá-lo, brinquei um pouco com ele, sorri e retornei para casa. Daí pra cá o meu semblante baixou, fiquei triste, desanimado, muito preocupado, eu queria fazer alguma coisa para ajudar o meu pai, ajudar a minha mãe e a minha família, mas, apesar dos meus esforços em ser alguém na vida, em ter alguma coisa para ajudá-los, eu sempre fui um Zé ninguém. Como dói o meu peito por isso. Enfim, na quarta feira, dia cinco de marco de 2008 por volta das 2h30 da manhã, o celular toca. Era o meu irmão mais velho tentando ser calmo, me tranquilizando e me dando a notícia nada boa na qual eu já sabia. “O meu querido paizinho faleceu”. Mais uma vez, a tristeza e a dor voltaram a tomar conta das nossas vidas.





Lembranças que nos ajudaram 

Mas aí então, lembramos de que um dia os nossos pais tiveram forças para se conformar e nos consolar, pois ainda éramos crianças e dependíamos deles. Agora era a nossa vez, precisávamos consolar um ao outro, principalmente a nossa querida mamãe.
Infelizmente, nós, seres humanos, temos que passar por diversas coisas que nos fazem sofrer: doenças, velhice e a morte, coisas da vida.
O bom é que nós somos uma família grande e unida, sempre visitamos um ao outro e procuramos nos manter achegados, isto nos dá força. Nós sempre fomos simples e humildes em sentido material, mas aprendemos a viver com isso, com as dificuldades da vida.





O desemprego e as dificuldades

Dos meus irmãos, eu sou um dos que menos tem sorte e, às vezes, fico me perguntando por que tudo que faço dá errado. Por exemplo: Meu primeiro emprego de carteira assinada foi em um mercado como balconista na área de hortifrúti  Fiquei feliz da vida, apesar de ser um trabalho escravo: das seis da manhã às seis da tarde, e, às vezes, até as dez da noite. Ainda assim eu tinha orgulho de estar trabalhando.
Eu não ficava parado na empresa, até que um dia, ao completar 11 meses, às 5h45 da manhã, na minha chegada ao trabalho, um dos gerentes, meio triste, me informou: Mandaram que lhe demitisse.
Lá vou eu para casa, cheio de dividas e me perguntando: O que foi que eu fiz? Eu trabalhava certo, diferente de alguns sempre fui pontual, honesto, trabalhador, não brincava em serviço, respeitava os clientes e os colegas. Bem, o certo a fazer foi ter que me conformar.




 A alegria de conseguir outro emprego

Com o tempo consegui outro emprego. O segundo de carteira assinada, função agente de saúde em combate à dengue. Eu tinha o maior prazer em trabalhar nessa área, afinal de contas, eu e os meus colegas de trabalho, colocávamos as nossas vidas em risco, combatendo um pequeno mosquito, capaz de tirar a vida de muitas pessoas com apenas uma picada. É como se eles lançassem uma lança ou uma flecha em nós.
Eu me sentia um herói no meio de uma batalha, eu lutava para proteger a minha vida, a vida da minha família e de muitas pessoas. Nossas armas era uma sacola que carregávamos nos braços, dentro dela levávamos alguns remédios que, colocados na água  impedia que os mosquitos se proliferassem. Usávamos também luvas, lanternas etc. Nessa luta, era eu, meus colegas e nossos maiores inimigos que eram muitos, e eles continuam se multiplicando em numero e força.
São os perversos e pequeninos mosquitos, conhecidos como “mosquito da dengue”. Eu trabalhava com gosto e tinha amor pelo que fazia, mas algo me motivou a pedir demissão da empresa. Isso mesmo!
Passei a receber ameaças de maus elementos nas ruas e de pessoas que não aceitavam que eu supervisionasse o seu lar, além de trabalhar em casas de pessoas armadas com revólveres e usando drogas.
De lá para cá, eu venho tentando conseguir emprego, mas parece que as portas fecharam pra mim. Passei então a trabalhar como autônomo na fabricação e venda de sorvetes, mas, foi apenas outra tentativa para se conseguir viver a vida ganhando um dinheirinho honestamente. Não deu certo, apenas me endividei mais.
Mas, como a esperança é a ultima que morre, eu fiz alguns cursos e continuo em busca de oportunidades, espero encontrar logo. 



A dor da perda

É claro que nós, seres humanos, estamos sujeitos a tudo neste mundo. Como passar por diversas provações e, às vezes, passarmos por coisas que achamos que não vamos suportar. Além das doenças que nos acompanham desde o ventre da nossa mãe, devido às nossas imperfeições, tem a velhice que começa, aos poucos, mudando, como que deformando a nossa aparência e sugando as nossas forças, nossas energias, e ainda temos que lidar com o pior: a morte.
Por mais que a pessoa esteja sofrendo neste mundo, não queremos perdê-la, mas, vê-la se recuperar. Quando perdemos um ente querido na morte é como se a nossa vida também começasse aos poucos a deixar de existir, tudo em nossa volta parece acabar. A saudade, a dor da perda de uma pessoa que amamos e as lembranças faz com que, às vezes, percamos a vontade de viver.  




 Duas pessoas que sempre nos ajudaram

Mas existem acima de nós, nos céus, duas pessoas que desde há muito tempo vem ajudando a humanidade aflita, livrando-as do sofrimento, da tristeza e da dor. Essas pessoas são: Deus e o seu filho Jesus, que veio à terra em obediência ao seu pai e amor à humanidade. E, aqui na terra, Jesus, além de nos ensinar a verdade, realizou muitos milagres. Alimentou a muitos famintos, curou doente e ressuscitou alguns mortos com o poder e a autoridade que o seu Pai lhe deu.
O maior homem que já viveu Jesus mostrou claramente que em breve, agora mais perto que nunca, a qualquer momento quando menos esperarmos, as duas pessoas mais importantes do universo, Deus e o seu filho Jesus Cristo, com o apoio dos anjos, eliminarão da terra o causador do sofrimento humano, aquele que a Bíblia  o chama de Satanás o Diabo.
A humanidade de uma vez para sempre deixará de sofrer. As doenças, a velhice e a morte serão coisas do passado e os nossos entes queridos que adormecem na morte em breve voltarão a viver.




Sou grato a Deus

Com a certeza, a confiança e a esperança que eu tenho, não deixo de agradecer a Deus por ter dado a mim e a minha família forças além do normal para suportarmos os problemas da vida, por nos mostrar sempre a saída, por nos da a certeza que Ele existe, cuida e sempre cuidará de nós.
É por isso que eu não deixo de conversar com Deus, pois eu sei que ele nos ouve, eu sei que Ele está sempre ao meu lado, pois eu o tenho como Amigo. Então, eu com freqüência o elogio pelas suas criações, são perfeitas. Eu agradeço a Ele por tudo.
E uma das coisas que eu costumo sempre agradecer a Deus é pela pessoa maravilhosa que ele me deu para me ajudar, uma mulher, a minha querida e amorosa esposa que, para mim, tem boas qualidades. Está aí uma das coisas que tem deixado minha mãe feliz. Todos os seus filhos são bem casados.




A esperança

Como a esperança é a ultima que morre, eu continuo me esforçando, me dedicando a fazer o que realmente sei compor musicas, escrever poesias, contos, frases, documentários e muitas outras coisas.
Enquanto a oportunidade não chega a minhas mãos,eu continuo escrevendo aquilo que sinto,vejo e penso. Pois na verdade, mesmo fazendo outra atividade, eu serei sempre um escritor, um poeta, um compositor. Com isto estarei compartilhando com todas as pessoas de todas as idades as minhas ideias, os meus pensamentos.  

Espero ansiosamente por alguém abaixo de Deus que um dia possa me ajudar em gravar uma das minhas canções ou escrever uma das minhas poesias ou um dos meus contos, frases etc.
Algumas das minhas ideias e pensamentos expressos em formas de histórias musicais, poesias, contos, frases, documentários etc. Vocês podem ler ao termino desta historia tão comovente. No meu segundo e terceiro livro intitulado: Ideias, Pensamentos e Realidades. Eu, a Preguiça e a Coragem.

Eu espero que vocês, caros leitores, gostem e tirem proveito desta matéria que é a pura realidade da minha história, da minha vida.                      

 







Um comentário:

  1. Ola amigo!
    Vejo o seu desabafo!
    Linda historia a sua!
    Eu lhe digo agradeça ao todo poderoso Cristo Jesus por você esta aqui para nos agraciar com estas cenas comuns mais muito especial!

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